Posso até viver sem Poesias, mas nunca sem Vinho Tinto!

 


Saltando de pedra em pedra
com risco de se machucar
arriscando-se pela vida
sem ter onde chegar

Humano que é
quando cai se machuca
cicatrizes se ganha
continua na luta

Ás vezes se para,
e olha pro céu
procura a razão,
mas só acha o fel (nunca o mel)

Mas as vezes (poucas vezes)
desce das pedras e se cai
em um vale de flores
e em pouca alegria se trai

Nos campos encontra
o efêmero e amargo mel
continua na busca
e olha para o céu

Ofuscado e atordoado
algo caiu sobre si
olhos grande e desajeitado
fita o reflexo em mim

Continua no vale do amargo mel
mas dessa vez experimenta
mel da boca de um anjo
que sem asas deve ter caido do céu



Soprado por Trunkael às 11h11
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pra dizer como foi, sendo sútil

um desses momentos
que se quer contar
mas que se conta nos dedos
consequências demais.
inteligência minha
agora me cria um ardil
pra dizer como foi, sendo sútil.

para que funcione
a artimanha
imagine aí consigo
uma montanha
que esta fique no Rio
e seja justo a que dizem
ter tal contorno, certa silhueta.
ao desenho lhe dê vida
lhe ponha sangue
e agora o autor esteja
sob rochas: avalanche
que este continue sadio
da saúde a qual não importa
se há cortes, se há doença.

e é só um dos momentos
que levo em conta, pois
nesse faz-de-conta; o fato em si
a inferência é que te traz.
experiência minha
que a astúcia fingiu
pra dizer como foi, sendo sútil.



Soprado por b.m. às 23h46
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